OS OCEANOS ESTÃO MUDANDO
sexta-feira, 5 de março de 2010
HORA DO PLANETA 27 de MARÇO de 2010 das 20:30 às 21:30 h
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Lula & Dissonância Cognitiva
A vergonha do Brasil O desmatamento da Amazônia coloca o Brasil na vergonhosa posição de quarto maior emissor mundial de gases do efeito estufa. “Existe uma enorme distância entre o discurso internacional do presidente e o que o governo brasileiro está realmente fazendo para proteger a floresta”, disse João Talocchi, coordenador da campanha de clima. “Está na hora do Presidente Lula provar que seu discurso é real e que a proteção da Amazônia é uma prioridade para o governo brasileiro”. (Leia no blog do Greenpeace o relato do coordenador da campanha do clima sobre a ação). Para impedir um aquecimento maior que 2º na temperatura média da Terra, o que provocaria desastres ambientais irreversíveis, o presidente Lula, e os chefes de estado, precisam assumir pessoalmente a responsabilidades pelo acordo climático que será fechado em Copenhague no final deste ano para dar continuidade ao protocolo de Kyoto, que expira em 2012. “O presidente Lula pode colocar o Brasil na liderança das soluções para crise do clima, se comprometendo com o desmatamento zero em 2015 e com a valorização da floresta em pé”, disse Talocchi. Em dezembro de 2008, por exemplo, durante a última reunião da convenção do clima na Polônia, o Brasil assumiu uma meta nacional de redução do desmatamento. No entanto, recentemente o presidente Lula sancionou a Medida Provisória (MP) 458 que vai incentivar a grilagem de terras públicas na Amazônia, incentivando a destruição da maior floresta tropical do mundo. Agora, o deputado Sandro Mabel (PR) tenta aproveitar a MP 462 - a última antes da regra que proíbe embutir nas medidas provisórias assuntos que não têm nada a ver com seu objeto principal – para aprovar emenda que dispensa de licenciamento as obras da BR 319, que liga Manaus a Porto Velho. O tema da MP 462 é auxílio financeiro aos municípios. Incoerência - A próxima ofensiva contra a Amazônia será a discussão do código florestal, que deve para acontecer até o final deste ano. A proposta defendida pela senadora Kátia Abreu e pelo Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pretende enfraquecer a legislação ambiental, absolvendo o Governo Federal da responsabilidade de proteger a Amazônia e transferindo para os Estados essa tarefa, o que permitirá intervenções que atendam exclusivamente aos interesses locais. “Ao mesmo tempo em que recolhe dinheiro internacional para proteger a floresta, o governo brasileiro incentiva e financia atividades que destroem a Amazônia”, alertou Talocchi. Uma das principais frentes de atuação internacional do governo brasileiro tem sido a arrecadação de recursos para o Fundo Amazônia, que tem como objetivo proteger a floresta por meio de incentivos financeiros. No entanto, o BNDES, banco público que gerencia os recursos do Fundo, foi recentemente denunciado pelo Greenpeace, no relatório a Farra do Boi, como cúmplice do desmatamento da Amazônia, por financiar a expansão da pecuária e ser sócio de frigoríficos que atuam na região. A pecuária hoje é a principal causa da destruição da Amazônia. De acordo com dados do governo, o setor é responsável por cerca de 80% de todo o desmatamento da região amazônica. De: www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/noticias/ativis
Globo inflável foi entregue na França, para cobrar o compromisso com o meio ambiente e o combate às mudanças climáticas.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
8 de junho- Dia Mundial do Oceano
O oceano regula o clima...o clima regula o oceano
O oceno é o motor que dirige o clima do nosso planeta. É nosso sistema de suporte à vida, fornecendo a maior parte do ar que respiramos, da comida que comemos e dos recursos dos quais dependemos para viver todos os dias. O oceano é essencial para a vida.
Infelizmente, o oceano será o primeiro ecossistema a sofrer efeitos amplamente espalhados das mudanças climáticas globais. O aumento dos níveis de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa apresenta importantes ameaças aos nossos oceanos assim como à atmosfera. Efeitos amplamente espalhados introduzidos por maiores temperaturas do ar e da água incluem a perda de gelo marinho, aumento do nível do mar, eventos atmosféricos extremos e mudanças prejudiciais das populações de peixes e outros animais.
Concentrações maiores de dióxido de carbono irão conduzir à acidificação da água do mar, ameaçando muitos organismos marinhos, particularmente corais e importantes espécies da base da teia dos alimentos provenientes do mar.
A imagem é sinistra, mas em última análise, esta é uma mensagem de esperança porque o desejo de agir e as soluções são produtos do conhecimento. Não é tarde para agir. A grande questão que permanece é se nosso governo federal irá fornecer a visão e a liderança que necessitamos, ou este papel irá ceder às nações e líderes mundiais?
Banner: http://www.oceanconservancy.org/wodbadge Tradução livre por A.Tulhol
